Análise do efeito não linear do patrimônio líquido no apreçamento de fundos de investimento em ações
Este artigo faz uso do Capital Asset Pricing Model (CAPM), em sua versão canônica e com extensões não lineares, visando a apreçar um painel de 75 fundos de investimento em ações no Brasil, ao longo dos últimos 11 anos. O resultado sugere que a versão linear desse arcabouço não seja capaz de apreçar...
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FUCAPE Business School
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doaj-art-273cab2d8cdb4e0bb6816e7fe42d505b2018-09-13T13:33:34ZengFUCAPE Business SchoolBBR: Brazilian Business Review1808-23861807-734X2012-01-0194127Análise do efeito não linear do patrimônio líquido no apreçamento de fundos de investimento em açõesPaulo Rogério Faustino MatosFabrício Carneiro LinharesGustavo Zech SylvestreEste artigo faz uso do Capital Asset Pricing Model (CAPM), em sua versão canônica e com extensões não lineares, visando a apreçar um painel de 75 fundos de investimento em ações no Brasil, ao longo dos últimos 11 anos. O resultado sugere que a versão linear desse arcabouço não seja capaz de apreçar ou de prever retornos reais de fundos que possuam elevados patrimônio líquido (PL) e outperformance, em relação ao índice da Bolsa de Valores de São Paulo (Ibovespa), corroborando evidências anteriores. A versão não linear com thresholds baseados no PL parece lidar melhor com a questão de alfas de Jensen significativos, apesar de ser estatisticamente indicada apenas para poucos fundos com elevado PL, mas baixa outperformance. Essa é uma evidência de que, apesar de o tamanho influenciar na gestão e, possivelmente, na performance de um fundo, a modelagem de apreçamento desse efeito deve ser feita linearmente.http://www.redalyc.org/articulo.oa?id=123024599001 |
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Este artigo faz uso do Capital Asset Pricing Model (CAPM), em sua versão canônica e com extensões não lineares, visando a apreçar um painel de 75 fundos de investimento em ações no Brasil, ao longo dos últimos 11 anos. O resultado sugere que a versão linear desse arcabouço não seja capaz de apreçar ou de prever retornos reais de fundos que possuam elevados patrimônio líquido (PL) e outperformance, em relação ao índice da Bolsa de Valores de São Paulo (Ibovespa), corroborando evidências anteriores. A versão não linear com thresholds baseados no PL parece lidar melhor com a questão de alfas de Jensen significativos, apesar de ser estatisticamente indicada apenas para poucos fundos com elevado PL, mas baixa outperformance. Essa é uma evidência de que, apesar de o tamanho influenciar na gestão e, possivelmente, na performance de um fundo, a modelagem de apreçamento desse efeito deve ser feita linearmente. |
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