Caixa é dívida negativa sob a perspectiva de hedging no Brasil?
O presente estudo investigou se as companhias brasileiras de capital aberto, entre 1995 e 2008, coordenam as políticas de caixa e dívida para efeitos de hedging contra subinvestimento em condições de restrição financeira. Os resultados indicam a inexistência de um componente de hedging usando, simul...
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FUCAPE Business School
2013-01-01
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Series: | BBR: Brazilian Business Review |
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doaj-art-07d0fe22bf1341e29d53ee2c1a4a54c32018-09-13T13:33:37ZengFUCAPE Business SchoolBBR: Brazilian Business Review1808-23861807-734X2013-01-01101126Caixa é dívida negativa sob a perspectiva de hedging no Brasil?Marcio Telles PortalJoão ZaniCarlos Eduardo Schönerwald da SilvaO presente estudo investigou se as companhias brasileiras de capital aberto, entre 1995 e 2008, coordenam as políticas de caixa e dívida para efeitos de hedging contra subinvestimento em condições de restrição financeira. Os resultados indicam a inexistência de um componente de hedging usando, simultaneamente, as políticas de caixa e dívida em companhias restritas. Foi observada para as companhias restritas financeiramente uma sensibilidade positiva do caixa ao fluxo de caixa e sensibilidade negativa da dívida ao fluxo de caixa, independentemente da necessidade de hedging. As companhias irrestritas não apresentaram uma sensibilidade do caixa ao fluxo de caixa significante estatisticamente, mas apresentaram sensibilidade negativa da dívida ao fluxo de caixa, resultados também independentes da necessidade de hedging. As evidências contrariam os resultados encontrados por Acharya, Almeida e Campello (2007) no mercado norte-americano, onde caixa e dívida negativa apresentaram de acordo com a necessidade de hedging diferentes papéis na otimização intertemporal dos investimentos em companhias restritas.http://www.redalyc.org/articulo.oa?id=123025719001 |
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Marcio Telles Portal João Zani Carlos Eduardo Schönerwald da Silva |
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O presente estudo investigou se as companhias brasileiras de capital aberto, entre 1995 e 2008, coordenam as políticas de caixa e dívida para efeitos de hedging contra subinvestimento em condições de restrição financeira. Os resultados indicam a inexistência de um componente de hedging usando, simultaneamente, as políticas de caixa e dívida em companhias restritas. Foi observada para as companhias restritas financeiramente uma sensibilidade positiva do caixa ao fluxo de caixa e sensibilidade negativa da dívida ao fluxo de caixa, independentemente da necessidade de hedging. As companhias irrestritas não apresentaram uma sensibilidade do caixa ao fluxo de caixa significante estatisticamente, mas apresentaram sensibilidade negativa da dívida ao fluxo de caixa, resultados também independentes da necessidade de hedging. As evidências contrariam os resultados encontrados por Acharya, Almeida e Campello (2007) no mercado norte-americano, onde caixa e dívida negativa apresentaram de acordo com a necessidade de hedging diferentes papéis na otimização intertemporal dos investimentos em companhias restritas. |
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